terça-feira, 25 de junho de 2013

Por que os cachorros colocam as cabeças para fora da janela do carro?

É tudo uma questão de cheiro. Entenda aqui um pouco melhor por que isso acontece.

Por que os cachorros colocam as cabeças para fora da janela do carro?


Se você é daqueles que babam quando veem qualquer cachorro aproveitando a ventania pela janela de um carro em movimento, acredite: você não está só. Mas por que será que praticamente todo cão gosta de ficar na janela do carro? Será que existe alguma explicação para isso? Existe.
Antes de qualquer coisa, tenha sempre em mente o seguinte: cachorros são praticamente narizes ambulantes. Enquanto o olfato humano é equipado com míseros 5 milhões de receptores de cheiro, o canino tem 225 milhões.
Quando o ar está em movimento, todos esses sensores são mais bem ativados e os cachorros conseguem captar e reconhecer as inúmeras moléculas de odor presentes no ar. Então, quando seu cachorro coloca a cabeça para fora da janela ele está, na verdade, chafurdando em um mar de todos os cheiros possíveis.

Cuidados

Fonte da imagem: Reprodução/Bolsadaellen
Essa exposição toda, porém, pode deixar seu cão muito ansioso, o que, como você já deve ter percebido, não é bom para ele. Cesar Millan, especialista em comportamento canino, explica que algumas medidas podem ser tomadas para que o passeio de carro seja tranquilo: você deve evitar dar comida a seu animalzinho antes de sair para o passeio; porém, deve levar aquele brinquedinho que seu cachorro gosta de ficar mordendo – isso vai mantê-lo calmo.
É importante evitar fazer longos passeios – a não ser que seu cãozinho já esteja acostumado com isso – e é preciso estar sempre atento ao tanto que a janela do seu carro estará aberta, por motivos de segurança mesmo. Depois disso, é bem provável que você e seu cachorro façam um ótimo passeio.

Onde vai parar a gordura que perdemos?

Esclarecemos a eliminação de tecido adiposo, o efeito sanfona e o mito da perda de massa localizada.


Onde vai parar a gordura que perdemos?


Após muitas semanas se matando na academia e persistindo naquela dieta de saladas, você finalmente resolve experimentar aquela calça justa e vê que, magicamente, está sobrando espaço entre sua barriga e o tecido. Mas as formas como nosso organismo realiza esse processo surpreendente são um mistério para a maioria das pessoas.
A gordura corporal é essencialmente formada a partir de ácidos graxos, moléculas transportadas pelo sangue que possuem funções variadas. Na maioria dos casos, esses compostos são absorvidos e armazenados pelo corpo na forma de lipídeos. A maioria dos seres humanos possui uma quantidade predeterminada de células gordurosas, que varia entre 10 e 30 bilhões nas pessoas que não estão acima do peso.
Ficamos mais pesados quando nosso organismo absorve mais energia do que gasta e armazena o excesso dentro de nossas células de gordura, que se expandem para abrigar o conteúdo adicional. Quando comemos mais do que o necessário por um longo período de tempo, podemos até forçar nosso organismo a criar novas partículas adiposas. No entanto, não existe nenhum método natural para eliminar completamente esse tipo de tecido.

Apertando o cinto

Fonte da imagem: Reprodução/Insonia hj
Quando diminuímos nosso consumo de calorias e gastamos mais energia com exercícios físicos, nossos níveis de glicose no sangue caem e o corpo passar a transformar a gordura guardada em glicerina e ácidos graxos. Esse processo faz com que as células de gordura encolham e, dessa forma, você perde peso.
No entanto, esses pequenos armazéns de energia esvaziados continuam presentes, o que explica a facilidade com que o peso perdido pode ser recuperado – o chamado efeito sanfona. Cirurgias de lipoaspiração são o único método conhecido para remover partículas adiposas permanentemente, mas elas não são recomendadas para pessoas obesas e não impedem a criação de novas células de gordura.

O mito da perda localizada

De acordo com Susan Fried, diretora do Centro de Pesquisa em Obesidade e Nutrição de Boston, quando perdemos peso, ficamos mais leves pelo corpo todo na mesma proporção da distribuição da gordura. Dessa forma, não há nenhum tipo de dieta e de exercício capaz de causar diminuição das medidas em partes específicas.
Diretor do Centro de Pesquisa em Obesidade e Educação da Temple University, Gary Foster critica as revistas de estética e saúde por estimularem a ilusão de que é possível ficar mais leve em partes específicas. “Quando você começa a perder peso, isso acontece proporcionalmente por seu corpo todo, seja no seu pescoço, cintura, tornozelo ou circunferência. Você acaba menor, mas com a mesma forma corporal”, afirmou.

Confira o primeiro trailer oficial de "LEGO, o filme" [vídeo]

Longa produzido pela Warner tem previsão de lançamento para fevereiro do ano que vem.



Confira o primeiro trailer oficial de "LEGO, o filme" [vídeo]
Eis uma notícia imperdível para os fãs dos blocos de plástico mais famosos do mundo: a Warner está produzindo um longa metragem inteiramente com as pecinhas, e o primeiro trailer oficial acaba de ser liberado! Chamado de “LEGO, o filme”, o título tem lançamento previsto para fevereiro de 2014. Confira o vídeo seguir:

O filme conta a história de um bonequinho “construtor” chamado Emmet, que é escalado por outros personagens de plástico pra lá de conhecidos para salvar o universo de LEGO contra as ações de um tirano malvado. E como você pode ver no trailer, Emmet contará com a ajuda de diversos super-heróis de brinquedo para concluir sua missão.
Fonte da imagem: Reprodução/ Tech Hive
Além do elenco de bonequinhos famosos, um time de atores de peso — entre eles Chris Pratt, Morgan Freeman, Will Ferrell, Liam Neeson e Elizabeth Banks — foi escalado para emprestar suas vozes aos personagens do longa. E aí, leitor, o que você achou do trailer? Pretende assistir ao filme?

9 teorias da conspiração sobre filmes, músicas e desenhos animados

Aladim, da Disney, é uma história que se passa no futuro. O elenco de Capitão Planeta é o mesmo de O Ônibus Mágico. Quer mais? Há uma lista toda para você!


Depois que um artista termina sua obra, ela não é mais exclusivamente dele, já que a pessoa que a observa também possui suas próprias opiniões e teorias a respeito da peça. O mesmo acontece com desenhos animados, filmes e séries de televisão. É muito comum relacionar parte da história com outras produções e até mesmo encontrar soluções que possam consertar falhas do roteiro. A brincadeira é no mínimo divertida.
O site Nudge-Ur-Mind publicou, recentemente, uma lista com teorias conspiracionistas para alguns desenhos, músicas e filmes famosos. Portanto, vamos a elas. Antes, apenas um aviso: não nos responsabilizamos pela possível mudança de ponto de vista que você pode ter sobre o seu desenho favorito. Pode ser que você nunca mais consiga encarar, com carinho, seu personagem favorito.

1. Os Rugrats nunca existiram


Sabe aqueles bebês fofinhos que engatinham e vivem aventuras no desenho Rugrats? Bem, talvez o que você tenha assistido, até hoje, seja uma história muito triste e repleta de traumas. De acordo com uma teoria que circula pela internet, nenhuma daquelas crianças existe. Todas são frutos da imaginação de Angélica, originados da falta de atenção que recebe dos pais.

2. O hit de Rebecca Black é sobre o assassinato de JFK


Lembra-se de “Friday”, música de Rebecca Black que teve recorde de rejeição no YouTube? Pois saiba que, segundo uma teoria, a letra da música não é sobre sair e se divertir no fim de semana. Em vez disso, “Friday” canta sobre o assassinato do ex-presidente norte-americano, John F. Kennedy.
Quando aconteceu o atentado ao presidente, o homem que dirigia o carro se chamava Samuel Kickin, que pode estar sendo lembrado na canção por meio do verso “Kickin in the front seat” (“Kickin no banco da frente”). Além disso, o assassinato aconteceu em uma sexta-feira (Friday) e, logo depois de JFK ser baleado, o serviço secreto gritou “get down” para a então primeira-dama, Jackie Kennedy.
O período da Guerra Fria é referenciado pela frase “everybody’s rushin’”, que lembra, foneticamente, “everybody’s russian” (“todo mundo é russo”). Além disso, no dia de sua morte, JFK não comeu ovos e salsichas no café da manhã, como costumava fazer. Naquela sexta-feira, o ex-presidente atacou uma tigela de cereais, que também está presente na canção (“got to have my bowl, got to have cereal”).
Para completar, Kennedy deveria assinar, na segunda seguinte, uma lei que daria transporte público gratuito para todos os estudantes e isso está implícito no trecho da canção em que Rebecca diz que precisa pegar o ônibus para ir à aula (“got to catch my bus”).

3. Bob Esponja é mutante


Bob Esponja e todos os seus amigos são o resultado de testes com bombas radioativas realizados durante as décadas de 40 e 50, no Atol de Biquíni. Isso explicaria, por exemplo, por que eles vivem na Fenda do Biquíni.

4. Clube da Luta Adoidado


[ATENÇÃO: ESTE TRECHO CONTÉM SPOILERS SOBRE O FILME “CLUBE DA LUTA”]
Um dos filmes mais clássicos da famosa Sessão da Tarde é “Curtindo a Vida Adoidado”. Muitos cresceram com as imagens dessa produção em mente, mas nunca perceberam que, talvez, a história toda não seja tão simples e que, na verdade, pode ser apenas a alucinação de uma única personagem.
Reza a lenda que tanto Ferris quanto Sloane existem apenas na cabeça de Cameron, assim como toda as maluquices que fazem juntos. Essa é a explicação, por exemplo, para que esses “três” personagens tenham conseguido visitar tantas partes de Chicago em menos de um dia: Cameron esteve sempre sozinho, imaginando tudo isso, de maneira muito semelhante ao que acontece com Jack, em “Clube da Luta”.

5. Capitão Planeta no Ônibus Mágico

Os mesmos personagens em fases diferentes da vida? (Fonte da imagem: Nudge-ur-mind)
Basta ver a imagem acima para constatar a semelhança entre os personagens de Capitão Planeta e O Ônibus Mágico.

6. O Morto do Pedaço


Lembra-se de “Um Maluco no Pedaço”, série de Will Smith que passava na TV aberta? Há uma teoria da conspiração que diz que, na série, o ator e rapper não está vivo. Depois de morrer em uma briga na quadra de basquete, Will pega um táxi “especial” cujo motorista é ninguém menos do que Deus. No Céu, ele é obrigado a refletir sobre suas atitudes com seus tios.
Os pais de Will aparecem apenas de vez em quando, em ocasiões raras. Isso tudo porque eles só estão na história quando visitam o filho no cemitério.

7. Aladim se passa no futuro


Há uma cena no desenho da Disney em que o gênio critica as roupas de Aladim, dizendo que o plebeu se veste como alguém do século III. Entretanto, como sabemos pela história, o gênio esteve trancado na lâmpada por 10 mil anos e, portanto, ele não poderia saber como foi aquele período. A não ser, é claro, que o filme se passe no futuro, mais precisamente, no ano de 10.300 D.C.
Por isso, esta teoria da conspiração diz que a história de Aladim se passa em uma terra pós-apocalíptica, em que apenas a cultura árabe sobreviveu. O que eles chamam de “mágica” é, na verdade, tecnologia deixada por civilizações anteriores, o que inclui tapetes que voam e papagaios modificados geneticamente, capazes de entender e falar a língua dos humanos. Se não for assim, como é que o gênio pode, então, imitar as faces e expressões de artistas contemporâneos, como Groucho Marx e Jack Nicholson?

8. James Bond é só um codinome

"James Bond" é só um pseudônimo, assim como "007" (Fonte da imagem: Nudge-ur-mind)
Esta parece óbvia. São tantos atores diferentes na pele do “007” que “James Bond” só pode ser um pseudônimo, usado por todos esses homens diferentes, para ocultar suas próprias identidades.

9. São dois Inspetores Bugiganga


Por esta você não esperava! Já pensou em como o Dr. Garra tem poderes semelhantes ao do Inspetor Bugiganga? Pois existe uma explicação: um é clone do outro! Durante algum tempo, acreditou-se que o primeiro Inspetor Bugiganga havia morrido e, por isso, foi criado um segundo, que assumiu a mesma vida, a mesma sobrinha e o mesmo cachorro de antes.
Mas quando o Inspetor Bugiganga original “voltou da morte”, percebeu que não havia mais espaço para ele. Por isso, ele resolveu se vingar e prometeu destruir o homem que tomou o seu lugar, adotando a alcunha de Dr. Garra.
E então? Depois de tudo isso, você vai conseguir assistir a essas produções novamente?

Manifestações populares não são novidade: conheça algumas aqui

Relembre sete protestos bem conhecidos que marcaram a história do Brasil.

Manifestações populares não são novidade: conheça algumas aqui



Em épocas de protestos, manifestações e passeatas, não custa retomar alguns fatos históricos, também relacionados a movimentações populares, que marcaram a política de nosso país e provaram que o povo que vai às ruas tem força e, principalmente, voz. Além de acordar o gigante, às vezes é preciso reavivar a memória desse belo adormecido e, caso você seja uma dessas pessoas que acreditam que é a primeira vez que esse tipo de movimentação acontece, talvez esteja na hora de aprender um pouco mais e rever seu discurso.

A Revolta do Vintém

Fonte da imagem: Reprodução/UOL
Vintém era a palavra que denominava a quantidade de 20 réis, e, lutando contra o pagamento de um vintém pelo uso dos bondes no Rio de Janeiro, a população saiu às ruas várias vezes, entre 1878 e 1879. Já àquela época esse tipo de atitude causava conflito entre manifestantes e as forças armadas. Foram muitos os casos de mortos e feridos durante os protestos na então capital do Brasil. Estima-se que 5 mil pessoas tenham saído às ruas, o que fez com que o reajuste da tarifa fosse cancelado.

A Revolta da Vacina

Fonte da imagem: Reprodução/WebNode
Um Brasil sem condições sanitárias adequadas fazia do começo do século 20 um cenário determinista, propício a doenças diversas — o que foi muito bem descrito no livro “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo, ainda que a obra seja do final do século 19.
O sanitarista e chefe da Diretoria da Saúde Pública, Oswaldo Cruz, garantiu ao então presidente da República Rodrigues Alves que acabaria com os surtos de febre amarela no período de três anos.
A obrigatoriedade da vacinação, medida desconhecida àquela época, e a violência que o governo usou para obrigar a população a se vacinar, invadindo casas e fazendo abordagens violentas, levou 3 mil pessoas às ruas entre os dias 10 e 18 de novembro de 1904. Ao total, 30 manifestantes morreram, 110 ficaram feridos, 1 mil foram presos e centenas deportados.  

Greve da meia-passagem

Definitivamente não é de hoje que a população se revolta. Após presenciar três reajustes no valor da passagem no período de um ano em 1979, mais de 15 mil maranhenses foram às ruas em São Luís no dia 17 de setembro, protestar contra os aumentos abusivos. Em contrapartida, os estudantes, que foram chamados de marginais, depararam-se com forte repressão policial, com um saldo de 50 pessoas feridas e mais de 1.300 detidas.
Apesar da confusão, a lei da meia-passagem foi sancionada no dia 1º de outubro daquele ano, garantindo a redução da tarifa para os estudantes.

Diretas já

Fonte da imagem: Reprodução/24HorasNews
Uma das manifestações mais conhecidas ocorreu com a intenção de recuperar o direito de voto direto, abolido durante o Golpe Militar em 1964. A primeira manifestação foi pequena e não teve muita repercussão, no município pernambucano Abreu de Lima, em 1983. Mas os ideais não morreram e fizeram com que o ano seguinte fosse marcado por uma série de grandes manifestações, sendo que a primeira, na capital mineira Belo Horizonte, levou mais de 400 mil pessoas às ruas no dia 24 de fevereiro.
O dia 10 de abril foi marcado no Rio de Janeiro por reunir mais de 1 milhão de pessoas que protestavam a favor do voto direto. No dia 16, foi a vez de São Paulo, que reuniu 1,5 milhão de pessoas. Várias outras cidades brasileiras participaram das passeatas, em dias diferentes, todas contando com muitos manifestantes.
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 5, que previa o retorno das eleições diretas, foi votada no dia 25 de abril de 1984 e, mesmo recebendo 298 votos a favor contra 65 votos desfavoráveis e 3 abstenções, foi invalidada, já que 112 deputados aliados ao regime militar não compareceram.
O então presidente João Figueiredo censurou ainda mais a cobertura da imprensa nacional e houve forte repreensão policial. Apesar disso, o movimento teve grande importância história à luta pela democracia em nosso país e ao fim da repreensão política e da censura imposta pela ditadura militar. A população brasileira voltou a participar de eleições diretas em 1989, após a implementação de uma nova Constituição Federal, no ano anterior.

Impeachment de Collor

Fonte da imagem: Reprodução/R7
Primeiro presidente eleito depois do final da ditadura militar, Fernando Collor de Melo dizia, em suas campanhas, que acabaria com o poder dos marajás e com a corrupção. Porém, dois momentos geraram grande revolta nacional durante o seu governo: o confisco do dinheiro público e o grande esquema de corrupção em parceria com o tesoureiro da campanha presidencial Paulo César Farias. Esse esquema foi denunciado e provado pelo irmão do então presidente, Pedro Collor.
A população saiu às ruas para pedir o afastamento de Collor, no dia 25 de agosto de 1992. Estamos falando agora dos manifestantes que ficaram conhecidos como os “caras pintadas”, que foram 400 mil em São Paulo, 100 mil em Recife, 80 mil em Salvador. Já em setembro, no dia 18, 750 mil pessoas foram para as ruas na grande São Paulo. A renúncia tão esperada ocorreu no dia 29 de dezembro do mesmo ano. Atualmente, Collor é senador de Alagoas.

Marcha dos 100 mil

Esse protesto era contra o governo de Fernando Henrique Cardoso. Os manifestantes pediam que o Governo Federal fosse investigado por meio da abertura de Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs). Estima-se que 100 mil pessoas tenham participado da revolta popular contra a corrupção do governo e o arquivamento indiscriminado de inquéritos, em 1999.

Revolta da Catraca

Tudo começou com o abusivo aumento da tarifa do transporte público na capital de Santa Catarina, Florianópolis, quando em junho de 2004 foi aprovado o aumento de 15,6% do valor da tarifa. A população, que já estava descontente com a qualidade do serviço, saiu de casa para protestar o aumento abusivo e fechou, inclusive, a ponte que liga a ilha à região continental da cidade, como forma de protesto. No ano seguinte, um novo reajuste provocou a revolta da população que, dessa vez, foi repreendida pela polícia.